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Deslocamento de vértebras cervicais por espirros
Destinado a temas de medicina e informações e curiosidades sobre a saúde humana, e de conhecimento do planeta Terra e assuntos correlatos.
OMS: Ainda morrem 8,7 milhões de pessoas/ano por tabagismo no mundo.
Dr. Ricardo Pereira entrevista Dra. Ana Margarida Rosemberg. Vídeo:
Como o baiacu contém uma glândula de veneno, o consumo de sua carne exige a retirada prévia da glândula. Uma vez retirada a glândula, a carne do baiacu torna-se um tradicional ingrediente para o sashimi.Como o peixe baiacu se defende de seus predadores🐡 pic.twitter.com/GAqNq2BYB7
— Biólogo Sérgio Rangel (@BiologoRangel) May 27, 2023
- Roncar não é sinal de sono profundo, reparador – ele indica dificuldade na respiração. A região por onde passa o ar, atrás da garganta, é estreita, e tem a forma de um cilindro muscular. E se ela fica ainda mais fechada – seja pelo relaxamento muscular ou alguma obstrução – a passagem do ar diminui, o que provoca uma vibração nessa estrutura, e consequentemente, o ronco.
- Quando engordamos, a gordura extra se deposita no corpo inteiro, incluindo a região do pescoço. E o acúmulo de gordura na garganta estreita a faringe e dificulta ainda mais a passagem do ar, o que piora o quadro de ronco. Em obesos, o quadro é pior, e perder peso pode ser uma solução.
- As pessoas que têm alergias respiratórias, como a rinite, ficam com o nariz entupido. Isso faz com que respirem pela boca, causando o ronco. E o tratamento dessas doenças ajuda na diminuição dos ruídos noturnos. Pelo mesmo motivo, a obstrução das vias nasais por dormir com o ar condicionado ligado também favorece os ruídos noturnos.
- Desvio de septo, amídalas grandes e outras questões anatômicas, como pólipos no nariz, adenoide maior do que o normal, queixo retraído (retrognatismo) e alterações na arcada dentária podem causar obstrução nas vias respiratórias e, consequentemente, o ronco. Para o retrognatismo e as disfunções na arcada é indicado o uso noturno de uma placa bucal de silicone feita sob medida para o paciente. Em alguns casos, a cirurgia pode ser indicada para resolver questões anatômicas.
- Homem ronca mais do que mulher, mas, para ambos, o problema piora com a idade. A proporção é de quatro homens roncadores para uma mulher – mas esses números só valem até a menopausa, quando os números se equivalem.
- O consumo excessivo de álcool faz com que uma pessoa ronque, já que a bebida causa relaxamento da musculatura – e esse relaxamento ajuda a fechar o canal da passagem do ar, causando a vibração do ronco. Medicamentos que relaxam produzem o mesmo efeito.
- A pior posição de dormir é com a barriga para cima. A ação da gravidade, pela retração da língua para trás, causa um estreitamento da passagem de ar, aumentando a vibração dos tecidos da faringe e produzindo som. O ideal é dormir de lado.
- O ronco é um dos sintomas da apneia obstrutiva do sono, um distúrbio respiratório que se caracteriza pela redução da oxigenação do sangue, que acontece devido a pausas da respiração causadas pelo estreitamento das vias aéreas. Grande parte dessas pessoas segue sem diagnóstico, o que aumenta o risco das doenças cardíacas.
- Existem exercícios antirronco – e eles são eficazes. Pesquisadores do Laboratório do Sono do Incor criaram uma técnica de exercícios musculares que, se praticada diariamente e com orientação de fonoaudiólogo no início, reduz a frequência e a altura do ronco até que este se torne quase imperceptível – em alguns casos.
Sim, elas respiram. E pelo processo aeróbico.
É comum as pessoas pensarem que as plantas suprem todas as suas
necessidades através da absorção da água e que o gás carbônico absorvido na
fotossíntese substitui totalmente o fenômeno da respiração. Ou até mesmo
nem sabem que as plantas possuem essa função.
Todo vegetal respira. Indo além, é correto afirmar que nem todas as partes de
uma planta fazem fotossíntese, mas todas as partes da mesma planta respiram.
Um exemplo fácil de entender são as raízes que vivem no interior do solo. A
fotossíntese somente ocorre na presença de luz. Se a raiz está escondida da
luz solar, não fará fotossíntese.
Para o ser humano a ideia de respirar está aliada ao fato de possuirmos
pulmões e facilmente identificada pela evidência dos movimentos musculares
que ocorrem durante a respiração.
Com os vegetais não é assim, a respiração se dá através da respiração
celular. A ausência de pulmões não permite que existam movimentos. E isso
nos dá a falsa ideia de que não respiram. A respiração é um fenômeno distinto
da fotossíntese embora uma seja espelho da outra. Grosso modo, a respiração
e a fotossíntese mantêm o vegetal vivo. Isso significa que a planta, em um
ambiente sem oxigênio, irá morrer.
A respiração não significa apenas suprir o vegetal com oxigênio ou efetuar uma
simples troca de gases: inspirar oxigênio e expirar gás carbônico. Acreditem,
transforma também o oxigênio em água.
No caso da planta, a respiração promove a energia através da quebra da
molécula de sacarose. Considere um palito de fósforo queimando após riscá-lo.
A molécula de sacarose é a cabeça do fósforo e a lixa é o oxigênio. Ao entrar
em contato com o oxigênio a sacarose se transforma em energia como no caso
da cabeça do fósforo, gerando inclusive calor e luz. Apenas não gera a fumaça.
A Fisiologia Vegetal foi mais além e descobriu que existe uma taxa
respiratória nos vegetais, sendo essa taxa variável de acordo com a idade, o
ambiente, a espécie, a estação do ano e, por incrível que pareça, para cada
órgão.
A respiração é importantíssima para o crescimento do vegetal. O metabolismo
da planta é maravilhoso. Funciona em um sincronismo espetacular. Dizem – e
concordo – que as plantas são os seres vivos mais perfeitos sobre a face da
Terra. Não é à toa, pois elas produzem seu próprio alimento, são seres
autotróficos, estão aqui na Terra há muito tempo antes de nós.
Faça um passeio virtual pelos monumentos históricos do Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes que, neste 1.º de maio, completou 90 anos.
A pesquisa translacional envolve um processo conhecido por translação do conhecimento, no qual o foco da investigação científica na área da saúde adquire um fluxo de informação bidirecional entre as pesquisas básica e clínica, resultando em uma aplicabilidade real do conhecimento e de novas tecnologias, melhorando a aplicação clínica de novos conceitos terapêuticos, e, finalmente, proporcionando benefícios diretos aos principais interessados neste processo: os pacientes.
Simplesmente ter átomos de oxigênio nos pulmões não é suficiente para respirar. Precisamos especificamente de O2 - oxigênio gasoso e molecular, que representa 21% da atmosfera.
Em massa, a H2O é 88,8% de oxigênio. Mas não podemos respirar água, que é a "cinza" da queima do hidrogênio.
Se qualquer outra forma de oxigênio estiver presente, pode ser inútil ou pior que inútil.
Por exemplo, o CO2 é dióxido de carbono - um gás levemente tóxico que produzimos como subproduto do consumo de oxigênio e que exalamos a cada respiração. Mas se tentarmos respirar CO2 (sem O2 adequado disponível), sufocaremos.
O CO é monóxido de carbono - um gás consideravelmente mais tóxico que na verdade desloca O2 em nossa corrente sanguínea, causando novamente asfixia.
N2O é o óxido nitroso - "gás do riso". É um anestésico geral comum e o deixará tonto, mas em grandes quantidades, isso também o matará.
H2SO4 é ácido sulfúrico... não tente respirar isso (mesmo ou especialmente na forma gasosa), a menos que você goste de seus pulmões derretendo.
Até o O- (um único átomo de oxigênio não ligado) é chamado de "radical livre" e é realmente incrivelmente destrutivo para as células. É disso que estamos tentando nos livrar quando comemos ou bebemos "antioxidantes" para a saúde.
Anthony Zarrela, Quora
“A vida é curta, a arte é difícil e longo tempo é necessário empregar-se na sua aprendizagem. A oportunidade é fugidia; a experiência, cheia de encruzilhadas, e o julgamento trabalhoso de formular. Ante problemas tão árduos e situações tão perigosas o médico deve ser modesto e ter a mínima convicção de que não são só seus cuidados que podem fazer voltar a saúde perdida, porque a experiência demonstra como, muitas vezes, as enfermidades se curam por si mesmas." HipócratesOutras Citações