quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

345 - O selo antituberculose

O selo antituberculose, símbolo da luta contra a tísica no mundo, teve a sua origem nos últimos anos do século XIX e difundiu-se em mais de 60 países. Em 1897, foram emitidos os mais antigos em Nova Gales do Sul e traziam a efígie da Rainha Vitória. Editados na ocasião do Jubileu de Diamante da referida rainha, tiveram suas vendas destinadas aos tuberculosos de Sidney. Os primeiros países do mundo a editarem selos foram: Nova Gales do Sul, Portugal, Dinamarca, Suécia, Países Baixos, Áustria, Noruega, Baviera, Islândia e Finlândia.
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A partir da década de 1920, todos os selos editados pelas associações filiadas à União Internacional contra a Tuberculose (UICT) passaram a exibir a Cruz de Lorena, outro ícone na luta contra a tísica. No inicio, de maneira discreta, posteriormente, tornou-se, em muitas edições, um símbolo de grande significado. Segundo Rosemberg, a Cruz de Lorena e o selo antituberculose erigiram-se em símbolos de maior curso internacional de toda a história da medicina.


Transcrito de O SELO NA LUTA CONTRA A TUBERCULOSE NO MUNDO, da médica pneumologista e historiadora Ana Margarida Arruda Rosemberg. Em seu blog "Memórias", onde este artigo se encontra na íntegra, o leitor poderá também ver as reproduções de 24 destes selos (o que representa, possivelmente, o maior acervo do gênero na internet).

Um comentário:

anamargarida disse...

Obrigada, Paulo, pela divulgação do meu blog. Os 24 selos que postei, representam, apenas, uma pequena amostra do álbum que o Rosemberg preparou durante sua longa vida.