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quinta-feira, 13 de junho de 2024

1365 - Emissões mundiais de carbono. Perspectivas

Os carros e as centrais elétricas recebem mais atenção, mas as emissões provêm de várias atividades humanas.
Este gráfico as divide:
Perspectivas
Indústria. O cimento e o aço são duas das maiores fontes de emissões nesta categoria. Processos de baixo carbono estão sendo desenvolvidos.
Eletricidade. Boa notícia: os custos das energias renováveis, como a solar e a eólica, continuam a diminuir.
Agricultura. Para reduzir as emissões, precisamos de substituir os fertilizantes sintéticos que libertam óxido nitroso, um gás com efeito de estufa, quando decomposto pelos micróbios do solo.
Transporte. Um dos problemas com os veículos elétricos tem sido a baixa autonomia, a qual está a aumentar.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

1029 - Cresce a incidência de câncer no mundo

Estima-se que, somente entre os anos de 2016 e 2017, 600 mil novos casos de câncer afetarão a população brasileira. Os tumores pediátricos respondem por, aproximadamente, 3% desses casos – o que atinge crianças e adolescentes até os 19 anos. Dos 600 mil novos casos, entre a população masculina é esperada a incidência de 295.200 novos casos e, entre a feminina, 300.800.
Os dados são da publicação bienal do Instituto Nacional de Câncer (Inca), Estimativa 2016, que aponta que 60% dos pacientes no Brasil são diagnosticados em estágio avançado da doença.
Com tratamento de alta complexidade, o câncer de pele não-melanoma é o mais frequente na população brasileira, sendo seguido, entre os homens, pelos cânceres de próstata, pulmão, intestino, estômago e cavidade oral. Entre as mulheres, os tipos de cânceres mais frequentes são de mama, intestino, colo de útero, pulmão e estômago. De acordo com o World Cancer Research Fund International (WCRF), a incidência de câncer no mundo cresceu em 20% na última década.
O rol de especialidades e áreas de atuação médica foi ampliado: oncologia clínica e cirurgia oncológica são as duas novas especialidades, enquanto oncologia pediátrica tornou-se área de atuação reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). É o que estabelece a Resolução CFM nº 2.162/2017, já em vigor.

sábado, 22 de abril de 2017

973 - A Marcha pela Ciência

Hoje: 22/04, no mundo
- com Darwin - 

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

905 - Poluição do ar: emergência sanitária mundial

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divulga dados alarmantes sobre a poluição do mundo.
Noventa e dois por cento de todas as pessoas da população do planeta vivem em lugares onde a poluição do ar está fora dos padrões de segurança. Seis milhões e meio de pessoas no mundo morrem a cada ano (12 por cento de todas as mortes)  por doenças relacionadas com a poluição do ar: infarto, AVC, câncer pulmonar e outras doenças respiratórias.
Um estudo patrocinado pela OMS recolheu amostras do ar em mais de três mil lugares pelo globo. Noventa por cento dessas mortes acontecem sobretudo nas regiões mais pobres. Quem lidera esse ranking é o Turcomenistão com 108 mortes por 100 mil habitantes. Depois vêm o Afeganistão, o Egito, a China e a Índia.
No Brasil, a média foi de 14 mortes por 100 mil habitantes.
A OMS fala em emergência sanitária e recomenda investir em formas de energias limpas e transportes ecológicos.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

672 - Carvão mineral aumentou emissões de gás carbônico no mundo

A relação entre o consumo de energia e as emissões de CO2 mundiais piorou nos últimos dez anos, de acordo com o boletim "Energia no Mundo".
Com o crescimento de 28% na demanda mundial de energia, entre 2003 e 2013, e maior uso relativo de carvão mineral em relação ao petróleo e gás, as emissões de gases do efeito estufa passaram de 2,33 tCO2/tep em 2003 para os atuais 2,37 tCO2/tep. (*)
Quanto ao consumo mundial de petróleo, o boletim aponta que em 2013 foram consumidos 91,3 milhões de barris por dia (Mbbl/d), equivalente a 31 vezes o consumo do Brasil no mesmo ano. Já o consumo de gás natural mundial foi de 3.348 bilhões de metros cúbicos (Gm³), volume 89 vezes maior que o consumido no Brasil.
No carvão mineral, o consumo mundial foi de 3.827 Mtep no ano passado, o que equivale a 232 vezes o consumo do Brasil.
 O boletim Energia no Mundo é produzido anualmente pelo Núcleo de Estudos Estratégicos de Energia do Ministério de Minas e Energia, e apresenta gráficos e dados sobre as matrizes energética e elétrica de 89 países. O documento também traz indicadores sobre a produção e o consumo de energia nesses países e suas relações com o PIB, população, emissões de CO2, entre outros.
N. do E.
(*) tep = tonelada equivalente de petróleo. Em 2013, o Brasil emitiu 1,55 tCO2/tep (este indicador é 37% menor do que o indicador mundial).
A extração e o transporte do carvão mineral, sem o cumprimento das medidas de controle recomendadas, causam o adoecimento pela pneumoconiose dos trabalhadores do carvão.

quarta-feira, 30 de julho de 2014

642 - O cigarro no mundo

Na desigual geografia do vício, onde se fuma mais hoje é nos países pobres.
O fumo mata 6,3 milhões de pessoas por ano. As estimativas são de que, durante o século XXI, ele causará 1 bilhão de mortes.
 Nesse panorama trágico, a situação brasileira não é das piores. A cada novo inquérito cai o número de fumantes em nosso país. Os mais recentes mostram que 15 a 17 por cento dos brasileiros com mais de 15 anos fumam. Fumamos menos do que os americanos, alemães, italianos, franceses, dinamarqueses ou holandeses. Na Europa, apenas os suecos fumam menos do que nós: 12 por cento.
Do artigo O cigarro no mundo, de Drauzio Varella, no CartaCapital