A água mineral engarrafada para consumo humano apresenta sim, alguma radiação natural. No entanto, é importante entender que essa radiação está presente em níveis geralmente baixos e é proveniente de elementos radioativos que existem naturalmente no ambiente, e não de contaminação industrial.
A presença de radiação na água mineral está diretamente ligada à sua origem. Como ela é proveniente de aquíferos subterrâneos, a água entra em contato com diferentes formações geológicas (rochas) e pode dissolver pequenas quantidades de elementos como urânio (U), rádio (Ra), polônio (Po) e potássio (K). A quantidade exata varia conforme o tipo de rocha da região, sendo aquíferos graníticos, por exemplo, associados a níveis mais elevados.
Diversos estudos internacionais mediram a concentração de radionuclídeos em águas minerais engarrafadas. Os valores são geralmente baixos, mas variam conforme a marca e a origem da água.
Isso representa algum risco à saúde?
Para a grande maioria da população, o consumo de água mineral não representa um risco radiológico significativo. As agências de saúde, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Europeia (UE), estabelecem limites de segurança. Um dos principais parâmetros é a Dose Total Indicativa (TID) , que é a dose de radiação recebida pelo consumo de água durante um ano. O limite recomendado é de 0,1 mSv/ano (100 µSv/ano).
Estudos mostram que, na maioria dos casos, a dose anual calculada para adultos e crianças a partir do consumo de água mineral fica abaixo desse limite de 0,1 mSv/ano.
Um estudo recente na Espanha encontrou duas amostras de água de aquíferos graníticos com dose anual estimada em até 179 µSv/ano, superando o limite de referência. No entanto, a avaliação do risco de câncer ao longo da vida para essas amostras concluiu que não representavam um risco à saúde.
Diversos estudos internacionais mediram a concentração de radionuclídeos em águas minerais engarrafadas. Os valores são geralmente baixos, mas variam conforme a marca e a origem da água.
Isso representa algum risco à saúde?
Para a grande maioria da população, o consumo de água mineral não representa um risco radiológico significativo. As agências de saúde, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a União Europeia (UE), estabelecem limites de segurança. Um dos principais parâmetros é a Dose Total Indicativa (TID) , que é a dose de radiação recebida pelo consumo de água durante um ano. O limite recomendado é de 0,1 mSv/ano (100 µSv/ano).
Estudos mostram que, na maioria dos casos, a dose anual calculada para adultos e crianças a partir do consumo de água mineral fica abaixo desse limite de 0,1 mSv/ano.
Um estudo recente na Espanha encontrou duas amostras de água de aquíferos graníticos com dose anual estimada em até 179 µSv/ano, superando o limite de referência. No entanto, a avaliação do risco de câncer ao longo da vida para essas amostras concluiu que não representavam um risco à saúde.
Para bebês com menos de 1 ano, que consomem mais água em relação ao seu peso corporal, alguns estudos indicam a necessidade de maior atenção, pois em certas marcas a dose calculada pode ultrapassar o limite.
O que influencia os níveis de radiação?
DeepSeek, em 15/03/2026
O que influencia os níveis de radiação?
- Origem Geológica: A principal causa da radiação na água mineral é a dissolução de minerais radioativos das rochas do aquífero. Águas de regiões com rochas graníticas, por exemplo, tendem a apresentar níveis mais elevados de urânio e rádio.
- Resíduo Seco: Existe uma forte correlação entre o teor de radiação e o resíduo seco da água (a quantidade de minerais dissolvidos). Quanto mais mineralizada a água, maior a probabilidade de ela conter também níveis mais altos de radioatividade natural.
DeepSeek, em 15/03/2026
