I FÓRUM DE NEONATOLOGIA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
Desafios e Ética na Assistência Neonatal: Qualidade, Tecnologia e Humanização
30.01.2026, das 8h30 às 14h (ao vivo)
Destinado a temas de medicina e informações e curiosidades sobre a saúde humana, e de conhecimento do planeta Terra e assuntos correlatos.
I FÓRUM DE NEONATOLOGIA DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
Desafios e Ética na Assistência Neonatal: Qualidade, Tecnologia e Humanização
30.01.2026, das 8h30 às 14h (ao vivo)
1. O rei tocava (ou roçava) o rosto ou o pescoço da pessoa doente.A cerimônia do toque real, pública e com elementos teatrais, possuía um importante componente simbólico. Acreditava-se firmemente que o poder do monarca tinha o potencial de influenciar diretamente a saúde das pessoas. A cura percebida através do toque real é hoje considerada como resultado de fatores psicológicos, como a fé e a esperança daqueles afetados ao serem tocados pelo monarca, uma figura de autoridade com um possível dom divino para desencadear a cura.
2. O rei usava uma medalha no pescoço.
3. Eram lidas certas passagens dos evangelhos (Marcos 16:14-20 e João 1:1-14) que faziam alusão à imunidade dos reis a doenças infecciosas.
4. Eram feitas orações a Deus, à Virgem Maria e aos santos.
1930: Albert Hyman inventa o primeiro dispositivo de estimulação cardíaca artificial. Era um aparelho pesado, externo, que precisava ser movido manualmente e era implantado por meio de uma agulha (fotos).
1958: Acontece o primeiro implante de marcapasso totalmente implantável, graças ao trabalho do engenheiro sueco Rune Elmqvist e do cirurgião Ake Senning. O paciente, Arne H.W. Larsson, viveu muitos anos com a tecnologia e se tornou um símbolo da esperança para pacientes cardíacos.1962: A tecnologia de eletrodos permanentes é desenvolvida, permitindo que os cabos de estimulação fossem inseridos pelas veias do paciente até o coração.1973: Surgem os primeiros marcapassos recarregáveis comercialmente, aumentando a vida útil do aparelho de cerca de um ano e meio para 20 anos.1978: É lançado o primeiro marcapasso com chip único, o que reduziu o tamanho do dispositivo e aumentou a sua confiabilidade.Anos seguintes: O desenvolvimento contínuo da tecnologia levou ao surgimento de marcapassos baseados em microprocessadores, com capacidade para telemetria bidirecional (comunicação sem fio com o computador do médico) e modelos mais complexos, como os de câmara dupla, que imitam melhor o ritmo natural do coração.
O novo sistema em desenvolvimento na Faculdade de Engenharia Química (FEQ) da Unicamp elimina os resíduos da água que não são excluídos pelos métodos convencionais. Nele entra o material que é produzido a partir da casca de tacumã (tucumã), um fruto típico da Amazônia, e do tronco da bananeira. Transformados em biocarvões com partículas de ferro, que são capazes de remover as substâncias tóxicas que, em interação com outros poluentes como os metais pesados e os microplásticos, podem trazaer riscos para a saúde humana e o ambiente.Testado com sucesso em escala de laboratório, os testes realizados na FEQ serão agora conduzidos para uma escala maior (escala piloto).
Coordena esta pesquisa minha sobrinha Melissa Gurgel, professora da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp."Primeiro é preciso estratificar o risco cardiovascular do paciente. Só a partir daí se define a meta de LDL adequada", diz Ferreira.Para definir as metas para cada paciente, a diretriz passa a recomendar o uso de cálculos mais completos de risco cardiovascular em 10 anos, como o escore Prevent, da American Heart Association. Esse modelo considera, além de idade, sexo e histórico clínico, fatores como função dos rins e índice de massa corporal (IMC), oferecendo uma estimativa mais precisa da chance de infarto ou AVC.
"Ao criar a categoria de risco extremo, a diretriz reconhece que pacientes que já tiveram múltiplos eventos precisam de metas mais agressivas", explica.Cardiologista e coordenador da Unidade Coronária do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia (IDPC), Italo Menezes Ferreira lembra que não existe um valor ideal único de colesterol para todos.
"Primeiro é preciso estratificar o risco cardiovascular do paciente. Só a partir daí se define a meta de LDL adequada", diz Ferreira.Para definir as metas para cada paciente, a diretriz passa a recomendar o uso de cálculos mais completos de risco cardiovascular em 10 anos, como o escore Prevent, da American Heart Association. Esse modelo considera, além de idade, sexo e histórico clínico, fatores como função dos rins e índice de massa corporal (IMC), oferecendo uma estimativa mais precisa da chance de infarto ou AVC.
"Ao criar a categoria de risco extremo, a diretriz reconhece que pacientes que já tiveram múltiplos eventos precisam de metas mais agressivas", explica.Katayose relembra que parte das dislipidemias é de origem genética. O termo se refere a alterações nos níveis de gorduras no sangue — como colesterol e triglicerídeos — que aumentam o risco de entupimento das artérias.
"Muitas vezes o histórico familiar de infarto se explica por dificuldade de metabolizar o colesterol. Nesses casos, a detecção precoce é crucial para adotar mudanças de estilo de vida ou iniciar medicação", afirma.Terapia combinada como primeira escolha
Cearense do Icó, JOAQUIM ANTONIO ALVES RIBEIRO estudou medicina nos EUA e depois construiu sua carreira como "médico da pobreza" no Estado do Ceará — onde também fundou uma revista científica, publicou um livro de saúde com linguagem popular e abriu um museu pioneiro de História Natural.
18 de outubro, Dia do Médico
"Minha escola fazia fila com todos os alunos e nos levava ao auditório duas ou três vezes por ano para sermos vacinados contra alguma coisa. Sempre esperávamos que fosse o cubo de açúcar, é claro. Três cubos de açúcar misturados com a vacina contra a poliomielite, ao longo do tempo, dariam imunidade vitalícia, e isso significava muito para todos nós, já que conhecíamos alunos mais velhos que mancavam ou tinham uma perna mais curta por causa da poliomielite. Não conhecíamos aqueles que não sobreviveram."
"A quantidade de energia necessária para refutar um absurdo é de uma ordem de magnitude maior do que a necessária para produzi-lo."
"Se o texto de cada frase requer um parágrafo [para refutá-lo], cada parágrafo uma seção, cada seção um capítulo e cada capítulo um livro, todo o texto torna-se efetivamente irrefutável e, assim, adquire traços de veracidade. Defino tal veracidade como transcendental."
Conselho Regional de Medicina do Ceará (CREMEC)
https://cremec.org.br/
Sindicato dos Médicos do Ceará (SIMEC)
http://sindicatodosmedicosdoceara.org.br/
Academia Cearense de Medicina (ACM)
http://acm.med.br/
Associação Médica Cearense (antigo Centro Médico Cearense)
http://amc.med.br/
Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, Regional do Ceará (SOBRAMES CEARÁ)
http://blogdasobramesceara.blogspot.com/
Academia Cearense de Médicos Escritores (ACEMES)
https://cnpj.biz/31593556000162
Centro Acadêmico XII de Maio
Rua Alexandre Baraúna, 949 – R. 60430-160 Fortaleza – CE . (85) 3366-8001 / (85) 3366-8003
http://www.medicina.ufc.br/centro-academico-xii-de-maio/
Natalia Martinez Medina, Medscape
A tuberculose é um problema de saúde pública devido à sua alta morbidade e mortalidade. De acordo com o Relatório Mundial da Tuberculose de 2024 publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2023 foram relatados 8,2 milhões de novos casos, com 1,25 milhão de mortes pela doença.
A OMS salienta que, sem tratamento, a taxa de mortalidade por tuberculose pode atingir 50%. No entanto, com o uso de terapias atualmente aprovadas e recomendadas pela entidade (um ciclo de medicamentos antituberculose por 4 a 6 meses), cerca de 85% dos doentes alcançam a cura.
Existem cinco fatores de risco principais associados ao desenvolvimento da tuberculose: subnutrição, infecção por vírus da imunodeficiência humana, distúrbios relacionados ao consumo de álcool, doenças decorrentes do tabagismo e diabetes. Além disso, fatores como mudanças climáticas, migração, deslocamento forçado, escassez de financiamento e resistência antimicrobiana também afetam a disseminação e o controle da doença.
Os Centers for Disease Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos têm diretrizes de diagnóstico e tratamento da doença, das quais quatro definições principais devem ser consideradas:
Existem várias opções disponíveis para o tratamento da tuberculose:
Vídeo da entrevista ao GZH do Dr. Fernando Spilki, médico infectologista, a respeito dos cuidados ao consumir frango e ovos durante o atual surto de gripe aviária no Brasil.
Veja abaixo as explicações da presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), Monica Levi, que desmentem algumas das informações falsas que mais circulam contra a vacina da gripe e colocam em risco a vida das pessoas:
MENTIRA: "A vacina pode fazer algumas pessoas pegarem a gripe"
VERDADE: De acordo com a especialista, esta é a época do ano em que mais circulam o rinovírus, o metapneumovírus, o vírus sincicial respiratório, entre outros vírus, mas as pessoas chamam qualquer quadro respiratório de gripe. Mesmo que a pessoa tenha febre, dor de garganta e tosse, pode ser outro vírus respiratório, como o da covid, por exemplo. Além disso, se a pessoa já tiver sido infectada, e estiver incubando o vírus, os sintomas podem aparecer depois que ela tomou a vacina. E é preciso duas semanas, no mínimo, para desenvolver a proteção. Nesse período, a pessoa continua vulnerável, inclusive à gripe, como quem não foi vacinado.
MENTIRA: "A vacina contra a gripe não é segura e pode provocar a morte de pessoas mais velhas"
VERDADE: Essa é uma vacina extremamente segura, tanto que os grupos prioritários escolhidos para tomar a vacina são os que têm maior comprometimento da imunidade. Uma pessoa que faz um transplante de medula óssea, a primeira vacina que ele tem que tomar, três meses pós-transplante, é a vacina contra a gripe. Por que ela é segura? Porque é uma vacina inativada, ou seja, o vírus é morto, fracionado e você só usa uma fração dele na produção de anticorpos. Então, em qualquer pessoa, seja imunocompetente ou imunocomprometida, seja uma pessoa que tenha alguma comorbidade, ela vai ser extremamente segura.
MENTIRA: "A vacina não evita totalmente o contágio, logo, não tem eficácia"
VERDADE: A vacina contra a gripe é eficaz principalmente para proteger contra a doença grave e suas complicações e contra o óbito. Dependendo da faixa etária e do grau de resposta imunológica da pessoa vacinada, ela pode ter uma menor eficácia contra o contágio pelo vírus, mas ela continua sendo muito importante para prevenir a forma grave da doença. Por isso, a recomendação é que as pessoas que são mais vulneráveis se vacinem todos os anos para não correr esse risco.
MENTIRA: "A gripe é uma doença comum, sem gravidade. Por isso, não é importante se vacinar"
VERDADE: A gripe é uma doença potencialmente grave. Nem todos casos vão ser assim, tem gente que vai ter sintomas, por mais ou menos uma semana, sem consequências. Mas algumas pessoas vão desenvolver pneumonia, vão desenvolver uma descompensação de outras doenças, como, por exemplo, diabetes, cardiopatia ou doença pulmonar obstrutiva crônica. Por isso, esta é uma vacina muito importante na faixa etária dos idosos, porque eles apresentam mais quadros graves, com mais internações e mais óbitos. Depois, as pessoas com comorbidades e as crianças pequenas são as mais atingidas pelas formas graves.
MENTIRA: "Os profissionais de saúde estão misturando a vacina da gripe com a vacina da covid"
VERDADE: Não se faz alquimia com nenhuma vacina. Cada uma tem os seus ingredientes, o seu volume, o seu conteúdo e jamais, nunca houve essa história de vacinas serem misturadas. O que existe são vacinas combinadas, que protegem contra várias doenças, mas elas já são fabricadas assim pelo próprio laboratório, com todas as quantidades e excipientes de cada um dos componentes, calculados, testados, com estudos clínicos e a aprovação de órgãos regulatórios.
“A vida é curta, a arte é difícil e longo tempo é necessário empregar-se na sua aprendizagem. A oportunidade é fugidia; a experiência, cheia de encruzilhadas, e o julgamento trabalhoso de formular. Ante problemas tão árduos e situações tão perigosas o médico deve ser modesto e ter a mínima convicção de que não são só seus cuidados que podem fazer voltar a saúde perdida, porque a experiência demonstra como, muitas vezes, as enfermidades se curam por si mesmas." HipócratesOutras Citações