Para pacientes diabéticos, a escolha do adoçante deve priorizar aqueles que não elevam a glicemia e sejam seguros para consumo regular.
A Associação Americana de Diabetes (ADA) e outras entidades endossam o uso moderado de alguns adoçantes não nutritivos (sem calorias e sem efeito no açúcar no sangue). A escolha depende também do perfil individual, como presença de outras condições (ex.: hipertensão, doença renal) e preferências de sabor.
Aqui está uma análise dos principais tipos:
✅Adoçantes mais indicados (não afetam a glicemia)
Estes são considerados seguros para diabéticos quando consumidos dentro dos limites diários aceitáveis:
1. Stevia
Origem: planta Stevia rebaudiana. Vantagens: natural, zero calorias, não afeta glicemia ou insulina. Pode ser usado em bebidas e algumas receitas.
2. Sucralose
Origem: derivada da cana-de-açúcar, mas não metabolizada pelo corpo. Vantagens: estável ao calor (pode ser usado em cozimento), não afeta glicemia. Observação: em altas temperaturas (>120°C) pode perder parte da doçura.
3. Acessulfame-K
Vantagens: estável ao calor, frequentemente combinado com outros adoçantes para melhor sabor. Observação: Evitar em casos de doença renal avançada (contém potássio).
4. Aspartame
Vantagens: sabor próximo ao açúcar. Contraindicações: Não deve ser usado por fenilcetonúricos (contém fenilalanina). Pode perder doçura com calor alto.
⚠️ Adoçantes que exigem cautela ou devem ser evitados
1. Frutanos ou Xaropes "Naturais" (ex.: mel)
Contêm frutose/glicose e elevam a glicemia. Não são adequados para controle glicêmico.
2. Açúcares Álcoois (Poliois)
Exemplos: Eritritol, xilitol e sorbitol.
🥇 Melhores escolhas para uso diário (resumo)
Stevia e Sucralose
Lembre-se: o objetivo principal no diabetes é o controle glicêmico global, com uma dieta equilibrada, e não apenas a substituição do açúcar. O uso de adoçantes deve ser parte de um plano alimentar personalizado.
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